Notícia

Panda revela ameaças após não doar cachê de Barretos ao Hospital do Amor

Cantor explicou que a contribuição é voluntária e contou que já fez uma doação de R$ 550 mil a um hospital que ajudou no tratamento do filho.
Bastidores
|
September 10, 2026
Sertanejo na Net
Equipe de Redação
Reprodução/Internet/PandaCantor/Musicaudia

O cantor Panda revelou ter sido alvo de críticas, xingamentos e ameaças após decidir não doar o cachê recebido pela apresentação na Festa do Peão de Barretos ao Hospital do Amor. O artista afirmou que respeita os colegas que contribuíram, mas defendeu que a decisão de doar deve partir de cada pessoa.

Panda se apresentou pela primeira vez na tradicional festa no dia 20 de agosto, durante a abertura da 71ª edição do evento. A participação aconteceu em meio à mobilização de diversos artistas em prol do hospital especializado no tratamento de câncer.

Ao comentar a repercussão, o cantor afirmou que ninguém deve ser pressionado a realizar uma contribuição. “Primeiramente, doa quem quiser. A gente não é obrigado a fazer doação nenhuma”, declarou.

Segundo Panda, a decisão também não significa que ele seja contrário a iniciativas beneficentes. O sertanejo lembrou que já destinou R$ 550 mil a um hospital que, segundo ele, foi responsável por salvar a vida de seu filho, que passou por uma cirurgia cardíaca.

O cantor também relatou que recebeu ataques por não seguir o movimento de outros artistas. “Eu fui ameaçado, fui xingado por pessoas que falaram que eu estava sendo falso por não doar o cachê de Barretos”, afirmou.

Panda fez questão de reconhecer a atitude dos colegas que participaram da campanha. “Os artistas que doaram, parabéns, é uma iniciativa linda”, disse.

As doações realizadas por artistas durante a edição deste ano totalizaram R$ 7,4 milhões destinados ao Hospital do Amor. Entre os maiores valores estão os de Gusttavo Lima, que doou R$ 2,5 milhões, e Luan Santana, que destinou R$ 1 milhão à instituição, mesmo sem ter se apresentado na edição deste ano.

Também contribuíram Bruno & Marrone, com R$ 750 mil; Wesley Safadão, com R$ 700 mil; Leonardo, com R$ 600 mil; Matheus & Kauan, com R$ 500 mil; João Bosco & Vinícius, com R$ 400 mil; César Menotti & Fabiano e Fernando & Sorocaba, com R$ 350 mil cada; além de Calcinha Preta, que doou R$ 300 mil.

Ao defender sua escolha, Panda reforçou que a solidariedade, para ele, precisa ser espontânea. “Mas ninguém é obrigado a doar porque alguém doou. Você faz se for de coração”, afirmou.

Contato

Contato

Enviar mensagem